07Dúvidas frequentes
Perguntas que chegam ao escritório
Vale a pena analisar o edital antes de dar o lance em um leilão?
Sim. O edital e a matrícula revelam o que o preço não mostra: se o imóvel está ocupado, quais dívidas acompanham o bem, se há vícios capazes de anular o leilão e quais serão os custos e prazos depois da arrematação. A análise prévia existe para que o lance seja dado com esse quadro completo.
Arrematei um imóvel e ele está ocupado. O que acontece agora?
A arrematação não entrega as chaves por si só. Quando o imóvel está ocupado, o caminho usual é a imissão de posse, medida judicial que transfere a posse ao arrematante — precedida ou acompanhada da notificação para desocupação voluntária. O rito e os prazos variam conforme o caso e o tipo de leilão.
Comprei na planta e a obra atrasou. Quais são os caminhos?
A lei e os contratos costumam prever tolerância de atraso e consequências para além dela — da multa à resolução do contrato com restituição. O caminho adequado depende do contrato assinado, do estágio da obra e do interesse do comprador em manter ou desfazer o negócio.
Desfiz a compra de um lote. E o que já construí nele?
O destino das benfeitorias no distrato depende do que o contrato prevê e do regime legal aplicável ao loteamento. Em regra, discute-se indenização ou compensação pelas acessões realizadas de boa-fé — tema que exige análise do contrato e da situação concreta.
Preciso de advogado para comprar um imóvel usado?
A lei não exige, mas a análise jurídica prévia — matrícula, certidões do imóvel e dos vendedores, débitos e situação possessória — é o que evita herdar problema alheio. O custo da prevenção é pequeno diante do risco de um litígio sobre o próprio imóvel.
O escritório atende fora de Maringá?
Sim. A sede fica em Maringá e a atuação alcança todo o Paraná, com atendimento presencial e a distância, conforme a necessidade do caso.